
Pouca gente sabe, mas entre os anos 1970 e 1980 o governo brasileiro criou dois programas voltados para os trabalhadores: o PIS/Pasep. O PIS (Programa de Integração Social) era voltado para quem atuava em empresas privadas, e o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) destinava-se a servidores. Na prática, esses programas funcionavam como uma poupança obrigatória. Todos os meses, empregadores depositavam valores em contas individuais vinculadas a seus funcionários. A ideia era simples: construir um patrimônio que pudesse ser usado futuramente pelos trabalhadores.
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