
O FGTS sempre foi visto como uma espécie de “porquinho” imposto por lei, onde o trabalhador guarda um dinheiro que só pode usar em momentos específicos. O que muita gente não percebe é que esse saldo passa todos os meses por um processo de atualização que determina o quanto ele cresce ao longo do tempo. E mesmo sendo um tema antigo na legislação brasileira, a lógica de remuneração do fundo continua gerando dúvidas, especialmente porque envolve índices pouco conhecidos e decisões tomadas anualmente.
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