
O ano de 2026 começou com uma mudança profunda na forma como o Estado brasileiro enxerga determinadas condições de saúde. Uma doença que durante décadas foi desacreditada, tratada como subjetiva e muitas vezes confundida com exagero passou a receber reconhecimento jurídico formal. Com a fibromialgia agora considerada deficiência para fins legais, esse novo entendimento abriu caminho para o acesso ao BPC e a outras políticas públicas de proteção social voltadas à população em situação de vulnerabilidade.
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