
O Bolsa Família está novamente no centro de um velho debate: o programa estimula ou desestimula o trabalho? De um lado, há empresários reclamando da falta de mão de obra formal. Do outro, pesquisadores mostram que o benefício tem permitido que muitas pessoas deixem ocupações precárias, e não o emprego em si. Entre os dois discursos, há um fenômeno real e complexo acontecendo no país — a transformação da relação entre renda, emprego e dignidade.
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