
A exigência do CPF nas compras realizadas em farmácias tem gerado polêmica e levanta questões importantes sobre a privacidade dos consumidores no Brasil. Em um contexto onde a proteção de dados pessoais nunca foi tão debatida, essa prática vem atraindo investigações, pois suspeita-se que algumas drogarias estariam utilizando os números do documento coletados para criar um banco de dados com o histórico de compras dos clientes e, em seguida, revender essas informações para terceiros. A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro, um órgão do Ministério Público Federal (MPF), está investigando essas práticas e questionando se elas violam a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
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