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alimentaçãoNotícias

Alimentos mais baratos podem puxar queda nos juros, diz Simone Tebet

04 de abril de 2025 às 10:30Erivelto Lopes11 tags

O debate sobre inflação e juros voltou ao centro da política econômica brasileira com as recentes declarações da ministra do Planejamento, Simone Tebet. Durante evento que marcou os 60 anos do Banco Central, Tebet apontou que a tendência de queda nos preços dos alimentos poderá permitir uma redução na taxa básica de juros ainda em 2025.

Apesar do otimismo, a ministra também alertou sobre fatores externos, como tarifas impostas pelos Estados Unidos, que podem dificultar o controle da inflação. Com isso, a discussão se intensifica entre governo, Banco Central e mercado sobre o rumo da política monetária nos próximos meses.

Abaixo você pode continuar a
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preço dos alimentos
Imaggem: Maurício Grabois

Leia mais:

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Perspectiva de queda nos preços dos alimentos nos próximos meses

Durante o evento do Banco Central, Simone Tebet destacou a expectativa de que os preços dos alimentos iniciem um processo de desaceleração nos próximos 60 dias. Para a ministra, essa queda pode ser o primeiro passo para a redução dos juros.

Ela reafirmou o respeito à autonomia do Banco Central, mas ressaltou que uma inflação mais controlada abre espaço para ajustes na taxa Selic no segundo semestre. Segundo Tebet, o recuo nos preços deve ocorrer principalmente por fatores sazonais e de produção agrícola.

Impacto da inflação sobre a política monetária

O Banco Central, no entanto, tem se mantido cauteloso. Em sua última ata, o Comitê de Política Monetária (Copom) ressaltou que os alimentos ainda são um dos principais vetores de pressão inflacionária. Há preocupação com repasses inerciais, ou seja, a transmissão de aumentos anteriores aos preços atuais.

Segundo o Relatório de Inflação mais recente, mesmo os alimentos industrializados devem apresentar moderação, enquanto itens in natura podem voltar a subir com força, especialmente no contexto de sazonalidade e clima.

Influência internacional: tarifas e incertezas

Tebet apontou que medidas tomadas por outras economias, especialmente os Estados Unidos, podem interferir no cenário brasileiro. A elevação de tarifas comerciais por parte dos norte-americanos é vista como um risco adicional para a inflação global.

Apesar disso, a ministra acredita que o Brasil tem resiliência graças à diversificação dos seus parceiros comerciais e da produção agroindustrial. Esses fatores poderiam reduzir o impacto das políticas externas sobre os preços internos.

Revisão de incentivos fiscais em debate

Além da inflação, Tebet chamou atenção para os gastos tributários, estimados em quase R$ 600 bilhões. Segundo ela, parte dessas renúncias fiscais precisa ser revista, pois nem todas beneficiam a economia de forma ampla e equilibrada.

A fala da ministra indica um possível avanço na reforma do sistema tributário, especialmente no que diz respeito à eficiência fiscal e ao cumprimento das metas das contas públicas.

A posição do Banco Central

O Banco Central tem mantido a taxa Selic em níveis elevados como forma de conter a inflação persistente. A autoridade monetária argumenta que ainda há risco de desancoragem das expectativas inflacionárias, especialmente diante de pressões estruturais.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, e seu sucessor, Gabriel Galípolo, participaram do evento que celebrou os 60 anos da instituição. Ambos reafirmaram o compromisso com a autonomia operacional e com a estabilidade da economia brasileira.

Declarações de Haddad e o cenário político

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também esteve presente e destacou a importância do diálogo institucional. Ele afirmou que a estabilidade nas transições dentro do Banco Central é fundamental para vencer o que chamou de “má polarização política”.

Segundo Haddad, é essencial garantir que a política econômica continue sendo orientada por uma visão de longo prazo, acima de interesses partidários. Isso exige respeito às regras e fortalecimento das instituições.

O papel do Congresso Nacional

O presidente da Câmara, Hugo Motta, ressaltou a cooperação entre o Congresso e o Banco Central na modernização da política monetária. Ele destacou a autonomia do BC, garantida por lei desde 2021, como um marco para a credibilidade institucional.

Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reforçou que essa autonomia proporcionou maior transparência e previsibilidade na condução da política monetária. Para ele, isso fortalece o desenvolvimento sustentável e a confiança nos rumos da economia.

Expectativas para o segundo semestre

Com o início da colheita de importantes safras agrícolas, a expectativa do governo é que os alimentos apresentem uma trajetória de queda a partir do segundo trimestre. Isso pode contribuir para que a inflação retorne ao centro da meta até o fim do ano.

Se confirmada, essa tendência reforçará os argumentos em favor de uma redução gradual da taxa Selic, medida que impacta diretamente o custo do crédito e o ritmo da atividade econômica.

Desafios à frente

Apesar das projeções otimistas, o cenário ainda é incerto. O Brasil continua enfrentando desigualdades regionais, instabilidades climáticas e desafios logísticos que afetam os preços no varejo. Além disso, há um ambiente internacional volátil, marcado por tensões comerciais e guerra de tarifas.

O governo terá que equilibrar medidas de estímulo à economia com a manutenção da responsabilidade fiscal, evitando sinais que possam gerar desconfiança no mercado financeiro.

O papel da agroindústria

A ministra Simone Tebet aposta na agroindústria como motor da recuperação econômica. O setor, responsável por parcela significativa das exportações brasileiras, pode contribuir com o controle da inflação ao aumentar a oferta interna de alimentos.

Governo considera reduzir juros de alimentos no Plano Safra: O que isso significa?
Imagem: Freepik

A diversificação da pauta exportadora e o fortalecimento das cadeias produtivas internas são vistos como estratégias-chave para reduzir a vulnerabilidade a choques externos.

As declarações de Simone Tebet acendem um novo capítulo no debate sobre juros e inflação no Brasil. A possível queda nos preços dos alimentos nos próximos meses poderá ser um divisor de águas para a política monetária nacional, desde que fatores externos não impeçam o avanço.

O cenário ainda exige cautela. O Banco Central seguirá com foco na estabilidade, enquanto o governo tenta acelerar a retomada do crescimento. A construção de uma agenda econômica sólida, com diálogo entre os poderes e transparência nas decisões, será essencial para garantir um caminho sustentável ao país.

Tags:AlimentosBanco CentralBCBrasilCopomEconomiaGovernoinflaçãojurosPreçosSimone Tebet
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