
A recente decisão do governo federal de revogar a Instrução Normativa (IN) que ampliava a fiscalização sobre transações financeiras realizadas por meio do Pix gerou uma onda de críticas de auditores fiscais e especialistas. A medida, que foi publicada pela Secretaria Especial da Receita Federal no ano passado e deveria entrar em vigor em janeiro de 2025, visava aumentar o controle sobre as transações feitas por fintechs e bancos digitais. No entanto, com a revogação da norma, surge o temor de que essas plataformas se tornem um ambiente propício para a lavagem de dinheiro, favorecendo ações de organizações criminosas.
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