
Em janeiro de 2023, o governo brasileiro recuou em sua decisão de regulamentar o sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, através da revogação de uma instrução normativa que ampliava a fiscalização sobre transações realizadas por meio de fintechs e bancos digitais. A medida, que inicialmente visava aumentar o controle da Receita Federal sobre o uso do Pix, foi vista com preocupação por auditores fiscais, que temem que a suspensão da norma permita o uso irrestrito de plataformas digitais para o crime organizado. A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco Nacional) emitiu uma nota oficial alertando sobre os riscos dessa revogação.
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