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Home Pis/Pasep

PIS/Pasep terá mudanças em 2026 e milhões podem perder o benefício

Angela por Angela
25 de novembro de 2025
em Pis/Pasep, Notícias, PIS

A partir de 2026, o pagamento do PIS/Pasep passará por mudanças significativas que devem alterar o destino do abono salarial para uma grande parcela de trabalhadores. A reformulação foi aprovada dentro de um pacote de ajustes fiscais, que busca reorganizar os recursos públicos e direcionar o benefício de forma mais concentrada aos profissionais com menor remuneração.

O abono salarial sempre foi uma das políticas de transferência de renda mais conhecidas do país, funcionando como um reforço anual para trabalhadores com carteira assinada que recebem salários mais baixos. Porém, a nova regra do governo pretende afunilar a lista de beneficiados ao longo dos próximos anos, o que pode exigir planejamento por parte de quem depende desse pagamento.

O que realmente muda no PIS/Pasep

A principal novidade diz respeito ao limite de renda permitido para que o trabalhador tenha direito ao benefício. Hoje, podem receber o abono aqueles que ganham até dois salários mínimos. A partir de 2026, esse teto começará a ser reduzido gradualmente, ano após ano, até alcançar o equivalente a um salário e meio em 2035.

Essa mudança fará com que uma fatia considerável de trabalhadores, que hoje se enquadram nos requisitos, deixe de ter direito ao PIS/Pasep ao longo dessa década de transição. A expectativa do governo é tornar o programa mais focalizado, priorizando os profissionais que se encontram mais próximos da base salarial nacional.

Leia mais:

Pis/pasep 2025: aproveite antes do prazo final do abono salarial

Por que o governo decidiu mexer no benefício?

A revisão do PIS/Pasep surge como uma resposta direta às demandas de ajuste fiscal. O governo argumenta que, sem reorganizar os gastos, programas sociais podem perder capacidade de continuidade nos próximos anos. Assim, o novo formato busca assegurar que os recursos sejam aplicados em trabalhadores com menor renda e que a política pública continue existindo de maneira sustentável.

Além disso, a equipe econômica defende que o abono salarial acabou se ampliando demais ao longo do tempo, incluindo pessoas com poder de compra maior do que o originalmente planejado. A proposta pretende corrigir esse desvio e priorizar novamente o público de menor renda.

Como funcionará a redução do limite salarial

O processo de redução não será brusco. O valor máximo permitido para recebimento será atualizado anualmente com base na inflação medida pelo INPC. Porém, a cada ano, o limite será ajustado para se aproximar do objetivo final: que apenas trabalhadores com renda de até 1,5 salário mínimo tenham acesso ao benefício a partir de 2035.

Esse recorte progressivo fará com que trabalhadores que hoje recebem relativamente pouco deixem de se enquadrar nos critérios ao longo dos próximos anos, mesmo que não tenham grandes aumentos salariais. Enquanto o salário mínimo pode ter ganhos reais e ir subindo, o teto do benefício estará limitado a correções pela inflação, o que naturalmente empurrará mais pessoas para fora das regras de elegibilidade.

Novo valor de corte começará em 2026

A partir de 2026, o rendimento máximo permitido passa a acompanhar o valor projetado do salário mínimo do ano, que estimativamente será de R$ 2.640,00. A partir daí, o teto será revisado anualmente, sempre indexado pelo INPC, mas sem a mesma margem de crescimento que normalmente ocorre no salário mínimo. Isso deve, ao longo do tempo, fazer com que o número de beneficiados vá caindo.

Trabalhadores mais atingidos

Os mais vulneráveis à mudança serão aqueles que atualmente ganham entre 1,5 e 2 salários mínimos mensais. Essa faixa será gradualmente excluída ao longo do processo de transição. Entre os participantes desse grupo estão trabalhadores em início de carreira no setor privado e servidores públicos de municípios menores, onde os salários médios costumam ser mais baixos.

Segundo projeções divulgadas pelo governo, cerca de três milhões de brasileiros devem perder acesso ao abono salarial até o fim da década, antes mesmo do limite final ser integralmente aplicado.

Valor do PIS/Pasep continua proporcional ao tempo trabalhado

Mesmo com as alterações nos critérios de acesso, a forma de cálculo não será modificada. O valor continuará sendo proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base, tomando como referência o salário mínimo em vigor. Quem trabalhou o ano completo recebe o valor cheio, enquanto quem atuou por menos tempo recebe apenas a fração correspondente.

Isso significa que quem ainda estiver dentro das regras não terá prejuízo no valor final, mantendo previsibilidade e estabilidade no pagamento.

Documentação salarial passa a ser fator decisivo

A partir de 2026, o registro formal da renda será determinante para a concessão do benefício. Isso inclui pagamentos mensais, bonificações, adicionais e outras verbas que impactem o valor total recebido. Por isso, o trabalhador precisará acompanhar mais de perto seu rendimento oficial, evitando surpresas ao consultar o benefício.

Empresas, por sua vez, deverão prestar atenção especial ao lançamento de informações salariais no sistema, já que alterações podem interferir diretamente no direito do funcionário ao abono.

Calendário de transição até 2035

A redução do teto acontecerá no decorrer de uma década, com ajustes anuais e progressivos. A ideia é permitir que o impacto seja diluído no tempo, evitando um corte imediato e possibilitando que trabalhadores façam adaptações, especialmente aqueles que contam com o benefício para reforçar o orçamento familiar.

Uma das regras mantidas é o reajuste anual do benefício, acompanhado da inflação medida pelo INPC. Essa correção garante estabilidade no valor pago, ainda que não tenha efeito direto sobre o número de beneficiários. Mesmo com esse ajuste, o critério de renda mais rígido deverá reduzir o total de pessoas atendidas.

O que esperar do PIS/Pasep no futuro

Com as mudanças, o PIS/Pasep deverá se tornar um benefício cada vez mais restrito a trabalhadores com menor renda, dentro de uma política de realocação de gastos. A expectativa do governo é que a medida garanta a continuidade do programa sem comprometer as contas públicas.

Para quem depende do abono, acompanhar as alterações de renda e consultar anualmente as regras será indispensável. A faixa salarial permitida tende a ficar mais estreita ao longo do tempo, o que exigirá mais atenção e planejamento.

Considerações finais

As mudanças previstas para o PIS/Pasep a partir de 2026 devem transformar a forma como o abono é distribuído no país. Embora o valor pago continue sendo calculado com base no salário mínimo e no tempo de serviço, o número de trabalhadores aptos a receber o benefício será reduzido gradualmente ao longo da próxima década. O novo modelo procura tornar o programa mais focado e financeiramente sustentável, mas exigirá atenção de quem hoje depende do pagamento anual para reforçar o orçamento.

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Tags: Abono Salarialcalendário PIS/Pasepdireito PIS/PasepPIS/PasepPIS/Pasep 2025PIS/Pasep consultarPIS/Pasep datasreceber PIS/Pasepsacar PIS/Pasep
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