Esse reajuste reflete o aumento do custo de vida para famílias de até cinco salários-mínimos, ajustando o teto dos benefícios de R$ 7.786,02 para R$ 8.157,41.
Como funciona o reajuste para beneficiários acima do mínimo
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O aumento de 4,77% será aplicado integralmente para os segurados que já recebiam aposentadorias ou pensões superiores ao salário-mínimo em 1º de janeiro de 2024.
Caso o benefício tenha sido iniciado após essa data, o reajuste será proporcional aos meses em que o benefício foi pago. Cerca de 12,2 milhões de beneficiários terão esse reajuste em suas contas, sendo que 10,6 mil recebem o teto da Previdência Social.
Salário mínimo também recebe reajuste
Além do aumento para quem recebe valores acima do piso nacional, o salário-mínimo também sofreu reajuste, passando de R$ 1.412 para R$ 1.518.
Com isso, aproximadamente 28,5 milhões de beneficiários, que representam 70% do total de aposentados e pensionistas, terão seus benefícios corrigidos com o novo valor.
Calendário de pagamento do INSS em fevereiro de 2025
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O pagamento dos benefícios será feito de forma escalonada, de acordo com o número final do cartão de benefício. Para os segurados que recebem até o salário-mínimo, o pagamento ocorrerá entre 27 de janeiro e 7 de fevereiro de 2025.
Já os beneficiários que recebem valores acima do piso nacional terão seus pagamentos entre 3 e 7 de fevereiro de 2025.
Calendário para quem recebe até o salário-mínimo:
Final 1: 27 de janeiro
Final 2: 28 de janeiro
Final 3: 29 de janeiro
Final 4: 30 de janeiro
Final 5: 31 de janeiro
Final 6: 3 de fevereiro
Final 7: 4 de fevereiro
Final 8: 5 de fevereiro
Final 9: 6 de fevereiro
Final 0: 7 de fevereiro
Calendário para quem recebe acima do salário-mínimo:
Finais 1 e 6: 3 de fevereiro
Finais 2 e 7: 4 de fevereiro
Finais 3 e 8: 5 de fevereiro
Finais 4 e 9: 6 de fevereiro
Finais 5 e 0: 7 de fevereiro
A importância do reajuste
O reajuste de 4,77% reflete o esforço da Previdência Social para preservar o poder de compra dos aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios.
Esse incremento é essencial para garantir que as famílias mais dependentes da assistência social não percam poder aquisitivo diante da inflação, especialmente as que recebem benefícios acima do piso.