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Dívidas acumuladas? Saiba o que a lei garante para quem está no vermelho

04 de abril de 2025 às 09:30Erivelto Lopes9 tags

O número de brasileiros negativados vem crescendo mês a mês, refletindo uma realidade preocupante: o endividamento crônico da população. Segundo o SPC Brasil e a CNDL, mais de 68 milhões de pessoas estavam com o nome sujo em fevereiro deste ano.

Com a inflação afetando itens básicos e os juros em patamares elevados, a capacidade de pagamento tem diminuído. Nesse cenário, a Lei do Superendividamento surge como uma importante aliada para proteger o consumidor e permitir uma nova chance.

Abaixo você pode continuar a
leitura do artigo

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Imagem: Freepik

Leia mais:

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Dívidas: O que é superendividamento

O superendividamento acontece quando uma pessoa compromete mais de 50% da renda com dívidas e não consegue arcar com suas despesas básicas. Isso inclui contas como água, luz, alimentação, transporte, saúde e moradia.

Esse fenômeno não é raro no Brasil, onde o acesso ao crédito é facilitado, mas a educação financeira ainda é limitada. Muitas vezes, o consumidor contrai dívidas sucessivas sem perceber que está entrando em um ciclo de inadimplência.

O que diz a Lei do Superendividamento

Sancionada em 2021, a Lei nº 14.181 alterou o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto do Idoso para incluir dispositivos de proteção contra o superendividamento. Ela reconhece o problema como uma condição social e propõe caminhos para prevenção e renegociação.

Além de oferecer soluções para quem já está endividado, a lei também busca aprimorar a concessão de crédito, obrigando instituições financeiras a fornecer informações claras e acessíveis sobre os contratos.

Regras para poder usar a lei

Para se beneficiar das proteções previstas na legislação, é necessário atender a alguns critérios. Entre os principais requisitos, estão:

  • Ter renda insuficiente para arcar com as dívidas e as despesas básicas.
  • Ter dívidas relacionadas a necessidades essenciais, como alimentação, moradia e saúde.
  • Ter contratado as dívidas de boa-fé, ou seja, sem intenção de não pagar ou fraudar.

A comprovação desses requisitos é avaliada no momento da solicitação, e o consumidor deve demonstrar a real dificuldade financeira.

Quais dívidas podem ser renegociadas

A Lei do Superendividamento permite a renegociação de diferentes tipos de obrigações financeiras, desde que não estejam ligadas a bens de luxo ou a fraudes. São elegíveis:

  • Contas de consumo: água, luz, telefone, gás e outras despesas básicas.
  • Boletos e carnês: relacionados a bens e serviços essenciais.
  • Empréstimos bancários: inclusive os contratados em consignado.
  • Cartão de crédito e cheque especial
  • Crediários e parcelamentos em geral

Ficam de fora da renegociação dívidas contraídas por má-fé, como fraudes, ou referentes a pensão alimentícia e tributos.

Como iniciar a solicitação

O primeiro passo é procurar ajuda especializada para formalizar a proposta de renegociação com os credores. A lei prevê apoio gratuito de diversos órgãos públicos:

  • Tribunais de Justiça, por meio de programas de conciliação.
  • CEJUSC (Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania)
  • Defensorias Públicas, para quem não pode pagar advogado.
  • Procon, com atendimento ao consumidor e orientação jurídica.

Essas entidades ajudam o consumidor a elaborar um plano de pagamento viável, com base na sua realidade financeira.

Como funciona a proposta de renegociação

Com base nas informações fornecidas, é elaborada uma proposta de conciliação que contemple todos os credores em uma única negociação. A ideia é evitar que o consumidor fique pagando várias parcelas que somadas comprometem sua renda total.

O plano deve prever prazos compatíveis com a renda e garantir que o consumidor consiga manter as despesas básicas. Se os credores aceitarem, o acordo é homologado judicialmente.

Caso haja recusa, a proposta pode ser analisada por um juiz, que poderá impor um plano obrigatório de pagamento, desde que respeitados os direitos das partes.

Como evitar o superendividamento

Embora a lei seja um alívio, o ideal é prevenir a situação. Algumas atitudes simples podem fazer a diferença:

  • Organizar as finanças: saber exatamente quanto se gasta por mês com alimentação, transporte, contas fixas e despesas variáveis.
  • Controlar impulsos: antes de comprar, refletir se o item é necessário e se cabe no orçamento.
  • Evitar parcelamentos longos e com juros altos, especialmente quando a renda já está comprometida.
  • Criar uma reserva de emergência: poupar pequenas quantias mensalmente pode evitar novas dívidas em momentos de crise.

A importância da educação financeira

Para a educadora financeira Aline Soaper, a falta de planejamento está na raiz do problema. “Muitos brasileiros não sabem equilibrar os gastos fixos e variáveis, o que favorece o endividamento”, explica.

Ela defende a inclusão de educação financeira nas escolas e maior incentivo ao aprendizado em casa. “Entender como o dinheiro funciona ajuda a tomar decisões conscientes no dia a dia”, afirma.

Cursos gratuitos de educação financeira

Existem diversas iniciativas públicas e privadas que oferecem conteúdo gratuito sobre finanças pessoais. Entre elas:

  • Febraban – www.meubolsoemdia.com.br
  • Banco Central – www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/endividado
  • Ministério da Justiça – www.consumidor.gov.br
  • Caixa Econômica Federal – www.caixa.gov.br/educacao-financeira

Esses sites oferecem ferramentas de organização, vídeos educativos e simuladores que ajudam o consumidor a se planejar melhor.

Superendividamento entre idosos

O público idoso tem sido um dos mais afetados pelo superendividamento. Muitos acabam sendo pressionados a emprestar o nome ou contratar empréstimos para familiares, o que compromete sua renda fixa.

Com a alteração no Estatuto do Idoso, a lei agora garante proteção especial a esse grupo. O crédito consignado, por exemplo, passa a exigir consentimento claro e informado, além de limites mais rígidos de desconto na aposentadoria.

Endividamento no Brasil atinge 76,4% e preocupa especialistas/mulheres/dívidas
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

Papel das instituições financeiras

A nova legislação também responsabiliza os bancos e financeiras na prevenção do superendividamento. Elas devem realizar análise de crédito mais criteriosa, fornecer informações claras e evitar práticas abusivas.

Ofertas de crédito por telefone, sem solicitação do consumidor, foram proibidas. Também é necessário esclarecer de forma objetiva os riscos e encargos das operações de crédito.

A Lei do Superendividamento representa um avanço significativo na proteção do consumidor brasileiro. Mais do que um mecanismo de renegociação, ela reconhece que o endividamento excessivo é um problema social e deve ser tratado com dignidade e responsabilidade.

Se você ou alguém próximo está com dificuldades financeiras, busque apoio nos canais indicados e conheça seus direitos. Educação financeira, organização e acesso à informação são as principais ferramentas para reconstruir a vida financeira com mais segurança e autonomia.

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