
Em 2024, o Brasil experimentou uma melhoria significativa na sua classificação de risco para empresas, conforme estudo realizado pela Allianz Trade. O país, que estava na posição B3, foi elevado para B2, o que reflete um cenário de risco médio. A melhoria foi impulsionada por diversos fatores, como o robusto desempenho agrícola, o crescimento da produção de energia e indicadores econômicos positivos, como o aquecimento do mercado de trabalho e o aumento das despesas do consumidor. No entanto, ainda existem desafios, como a alta dívida pública e a dependência dos preços internacionais de commodities, que impactam a confiança dos investidores.
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